Saúde Ocupacional e Qualidade de Vida

A FUP também criticou duramente as alterações que a Petrobrás fez nas cláusulas do Acordo Coletivo referentes a Saúde Ocupacional e Qualidade de Vida, retirando uma série de direitos e reduzindo várias conquistas.  A proposta da empresa acaba com o Programa de Incentivo à Saúde, com o Programa de Vida e Alimentação Saudável, com a Ginástica Laboral, além de reduzir os exames do periódico. Esses e outros ataques ao capítulo de SMS do ACT  colocam em xeque o discurso vazio da gestão Pedro Parente de preocupação com a vida dos trabalhadores.

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Quem quer paz, se prepara para a guerra

A reunião com a Petrobrás é encerrada, com a FUP reafirmando as pautas da categoria, cobrando a renovação do ACT por mais dois anos e reajuste das cláusulas econômicas. “Estamos abertos à negociação, mas não podemos aceitar os patamares que vocês colocaram, ao propor mudanças estruturais para o Acordo que acabam com conquistas históricas e reduzem direitos”, declarou o coordenador da FUP, José Maria Rangel. “Quem quer paz, se prepara para a guerra”, provocou.

Nesta sexta-feira, 22, a FUP e seus sindicatos reúnem-se no Conselho Deliberativo para discutirem a campanha e definirem os próximos passos a serem tomados pela categoria.

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As tais regras de ouro que só protegem a empresa

A FUP conclui o debate sobre SMS, afirmando que é inadmissível que os gestores da Petrobrás continuem reiteradamente colocando em risco a vida dos trabalhadores, enquanto fazem marketing com as tais Regras de Ouro, como se fossem a redenção da companhia. “A certeza da impunidade leva os gestores da companhia a subnotificarem acidentes, a descumprir o ACT, a violar normas e legislação, a assediar os trabalhadores”, afirma o coordenador da FUP. Com esse panorama de insegurança crônica, redução de efetivos, como os gestores têm a coragem de afirmar que as regras de ouro são as melhores práticas de segurança?

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Petrobrás deixou de emitir 15 CATs

Ao denunciar as práticas fraudulentas da Petrobrás de subnotificação de acidentes, Simão Zanardi,  citou o exemplo da REDUC, onde ocorreram 20 acidentes nos últimos 75 dias, vitimando 23 trabalhadores, mas apenas oito CATs foram emitidas pela refinaria. Ainda assim, das oito CATs emitidas, quatro deveriam ter sido com afastamento, o que não ocorreu. Ou seja, só neste curto período, a Petrobrás deixou de emitir 15 CATs e ainda fraudou metade das que emitiu.

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Fraude em emissões de CAT na Petrobrás

Ao denunciar, mais uma vez, as fraudes cometidas pela Petrobrás quando subnotifica os acidentes de trabalho, o diretor da FUP, Simão Zanardi, exibe para os gestores da empresa um vídeo onde um trabalhador acidentado é atendido pelo setor médico da REDUC, quando deveria ter sido encaminhado a um hospital, e não houve a devida emissão de CAT. E, como se não bastasse, ele ainda é obrigado a comparecer todos os dias à refinaria para não configurar afastamento. O que é isso, se não fraude? 

Já matou Cabral, precisam morrer mais quantos para que alguma coisa seja feita? 

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Subnotificação é fraude

O coordenador da FUP criticou a política de subnotificação de acidentes, que tem marcado há décadas a política de SMS da Petrobrás. A empresa utiliza essa prática para, entre outros absurdos, economizar com seguros e atingir as metas gerenciais. “Isso é fraude fiscal”, afirmou Zé Maria, cobrando, mais uma vez, os critérios que a empresa utiliza para classificar o que o que é acidente com e sem afastamento.

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Para empresa, a culpa é sempre do trabalhador

“A Petrobrás tem grande preocupação com as ferramentas de gestão de segurança, mas na prática a situação é oposta. Posso citar algumas, como o PBO, o PBS, a AST e o GM. No papel, parecem ser uma maravilha, mas tenho sérias dúvidas sobre a intenção por trás de cada uma delas”, destacou o diretor da FUP, Alexandre Finamori. Ele criticou o fato da Petrobrás usar essas ferramentas para tentar validar a prática já conhecida da empresa de querer culpar os trabalhadores pelos acidentes.

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Fogo no PIPEWAY da REDUC

 Ao criticar o descaso da Petrobrás com as análises de mudanças, o presidente do Sindipetro Duque de Caxias e diretor da FUP, Simão Zanardi, relatou o acidente ocorrido no dia 05 de julho na REDUC, durante a parada de manutenção da U-1210, que provocou um grande incêndio no pipeway, causado, entre outros fatores, pela falta de análise de risco. O vídeo do acidente, gravado pelos trabalhadores na hora do incêndio, foi apresentado pela FUP aos representantes da Petrobrás, evidenciando a irresponsabilidade dos gestores e descaso com a vida dos trabalhadores.

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